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O efeito Donald Trump sobre as cotações do dólar e a quebra da safra de cana-de-açúcar na Índia foram os fatores mais importantes para a forte alta dos preços do açúcar nesta segunda-feira nos mercados internacionais. Com o dólar mais baixo, as exportações mundiais da commodity, segundo analistas, tendem a ficar retraídas, o que favorece o ajuste dos preços a patamares mais elevados.

Na bolsa de Nova York, o açúcar demerara subiu 46 pontos no vencimento março/17, comercializado a 20,64 centavos de dólar por libra-peso. Nas demais telas o reajuste oscilou entre 20 e 41 pontos.

O mercado de Londres, de açúcar branco, também acompanhou a tendência de alta e fechou com todos os vencimentos valorizados. Na tela de março/17 a commodity subiu 10,60 dólares no comparativo com as cotações de sexta-feira, fechando em US$ 541,00 a tonelada. Nos demais vencimentos os preços subiram entre 5,50 e 9,80 dólares.

Sobre a quebra de safra na Índia, segundo maior produtor mundial da commodity, a associação de usinas daquele país informou, em análise trazida pelo jornal Valor Econômico, que a produção de açúcar este ano está 4,5% menor que a do ano passado.

Mercado doméstico
O mercado doméstico de açúcar fechou em baixa ontem pelo terceiro dia seguido. A saca de 50 quilos do tipo cristal foi comercializada a R$ 86,94, queda de 0,49% no comparativo com os preços de sexta-feira, segundo índices do Cepea/Esalq, da USP.

Etanol diário
O indicador Esalq/BVMF para o etanol hidratado também fechou em baixa nesta segunda-feira, cotado a R$ 1.854,50 o metro cúbico, redução de 0,51% sobre os preços da sexta-feira (20).

Fonte: Agência Udop, escrita por Rogério Mian