Etanol Celulósico – A nova revolução do biocombustível

O Etanol Celulósico promete revolucionar o mercado de biocombustível. Produzido através de insumos, como a folha do bagaço da cana. Considerado um “combustível alternativo”, o Etanol Celulósico oferece uma produção sustentável, com menos danos ambientais e ainda custos reduzidos, que podem ser repassados para a bomba.

Veja mais sobre o Etanol Celulósico e como ele pode mudar consideravelmente o mercado!

O que é Etanol Celulósico

O Etanol Celulósico é considerado um produto de segunda geração, pois é obtido através do aproveitamento da biomassa da cana-de-açúcar. Um aspecto relevante sobre o Etanol Celulósico é que o material utilizado em sua produção seria descartado.

As “sobras” da cana-de-açúcar, apesar de ainda conterem energia, não eram utilizados. Isso gerava dois problemas: o primeiro era, como dito, o desperdício de energia do material. O segundo era o descarte da biomassa. Com o Etanol Celulósico, agora as duas tribulações são resolvidas.

Para se ter noção, uma tonelada de biomassa, que seria descartada, produz aproximadamente 100 litros de Etanol Celulósico.

O processo para produção do Etanol Celulósico começa com a quebra dos polissacarídeos em açúcares menores, que são fermentados, dando forma assim ao Etanol Celulósico.

Quando o Etanol Celulósico chega no Brasil?

A projeção é que a produção do Etanol Celulósico chegue a 68 bilhões de litros em 2020. O crescimento um tanto quanto lento se deve ao fato de, no Brasil, a tecnologia empregada está passando por ajustes.

Para que a produção do Etanol Celulósico seja mais eficiente, é necessário que haja um pré-tratamento eficiente da matéria prima, com a finalidade de evitar desperdícios. Deve-se escolher também enzimas apropriadas para o processo de fermentação do Etanol Celulósico.

Acredita-se que até 2020, a produção do Etanol 2G possa suprir o mercado, incentivando assim o uso de biocombustíveis.